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Notícias


31/10/2017 - Outubro Rosa chama atenção para o câncer de mama

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer – Inca indicaram que, em 2016, aproximadamente 58 mil novos casos foram diagnosticados no país. O mês de outubro é marcado por ações de conscientização sobre a importância de exames preventivos e do diagnóstico precoce pelo Outubro Rosa. Em apoio à campanha, especialistas compartilham informações sobre o diagnóstico e tratamento da doença, contribuindo dessa forma para a redução da mortalidade.

 

Segundo Gilberto Amorim, oncologista clínico e coordenador de oncologia mamária do Grupo Oncologia D’Or, o diagnóstico tardio da doença é o principal fator de morte da mulher brasileira – 27% descobrem este tipo de câncer em estágio já avançado.

 

A coordenadora do Centro de Mama do Hospital Quinta D’Or, Ellyete Canella, especialista em Radiologia Mamária, destaca que, descobrir o câncer de mama no estágio inicial aumenta a chance de sobrevida e permite tratamento conservador (com preservação da mama). Este alerta indica que a realização de exames de alta tecnologia, como a tomossíntese – também conhecido como mamografia digital 3D, é capaz de detectar tumores pequenos (menores que 10 milímetros), não palpáveis, ou seja, impossíveis de serem identificados no autoexame.

 

O oncologista clínico do Grupo Oncologia D’Or faz um alerta para mulheres com menos de 45 anos e que tenham grande histórico familiar de câncer. “A busca por um oncogeneticista para um aconselhamento genético é indicado, pois permite detectar mutações e marcadores genéticos associados à predisposição de desenvolver a doença. Trata-se de uma análise de risco. A oncogenética realiza esse mapeamento para uma profunda identificação na árvore genealógica do paciente”, explica Gilberto Amorim.

 

A união entre atividade física e alimentação saudável também é uma importante aliada na prevenção do câncer de mama.

 

Principais sintomas da doença

 

Gilberto Amorim ainda cita alguns sinais que podem ajudar a reconhecer se há algo de errado nos seios. “O aparecimento de nódulos duros palpáveis, com ou sem dor mamária, e que permanecem por vários dias; mudança no aspecto do mamilo; alterações na pele da mama, como abaulamentos, retrações ou aspecto ‘casca de laranja’; secreção escura ou sangue; e mudanças na cor ou textura da pele são alguns dos destaques”, explica. Entretanto, ele faz uma ressalva: “Nem sempre são sinais definitivos de câncer”, diz.

 

Sobre o tratamento

 

O tratamento vai depender do tamanho do tumor na época do diagnóstico. Tumores pequenos (menores que 2 cm) geralmente são tratados com cirurgia conservadora da mama. Tumores grandes (maiores que 5 cm) geralmente são tratados por quimioterapia e depois por cirurgia. “Hoje sabe-se que o câncer de mama é uma doença com vários perfis, então o tratamento é muito individualizado. A doença benigna também tem várias expressões, as mais comuns são os fibroadenomas (tumor sólido benigno) e os cistos (nódulos com líquido). Algumas lesões são caracteristicamente benignas, mas a maioria necessita de uma biópsia para a diferenciação, pois ambas as doenças (benigna e maligna) podem ter a mesma expressão clínica e/ou radiológica”, explica a radiologista Ellyete Canella.

 

Serviços especializados – O Centro de Diagnóstico de Mama do Hospital Quinta D’Or é um serviço de alta relevância nesta linha de cuidados, permitindo a realização de mamografia digital com tomossíntese, ultrassonografia mamária, procedimentos invasivos (biopsias guiadas, percutâneas e cirúrgicas), além da ressonância magnética para elucidação diagnóstica nas patologias mamárias.