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22/12/2016 - Câncer de pele poderá atingir mais de 180 mil pessoas ainda este ano

 

A exposição excessiva e sem proteção aos raios solares podem deixar marcas muito além do bronzeado. O câncer de pele é o mais frequente no Brasil, representando 30% de todos os tumores malignos registrados. Especialistas também destacam o crescimento de neoplasias nas áreas como pescoço, orelha, nuca e braço pelo uso insuficiente de proteção. Seguindo a linha das campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul, o Dezembro Laranja foi criado para alertar sobre a exposição excessiva aos raios solares e os riscos de câncer de pele, doença que poderá atingir mais de 180 mil pessoas ainda este ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

 

 - Observamos que apesar da divulgação sobre a importância do uso do filtro solar, a população não se protege do sol como deveria e isso é muito preocupante, principalmente no Brasil, em que a incidência de raios solares ocorre durante o ano inteiro, sendo mais intenso no verão. É fundamental a conscientização de que medidas simples de proteção podem evitar a maioria dos casos de câncer de pele – destaca especialista da Rede D'Or São Luiz, Valéria Stagi.

 

A neoplasia que acomete a pele se divide em dois tipos: não melanoma e melanoma. Dentre os cânceres não melanoma, há o carcinoma basocelular (CBC) que é o mais frequente, menos agressivo e causado pela exposição inadequada ao sol; e o carcinoma espinocelular ou epidermoide (CEC), mais agressivo e de crescimento mais rápido. Já o melanoma é o mais grave dos tumores de pele devido à sua alta possibilidade de metástase.

 

 - O tratamento do melanoma depende do estágio da doença. Na fase inicial, geralmente é indicada a cirurgia para a retirada do tumor. Já na fase avançada, ou seja, quando ocorre a metástase e a doença já se espalhou para além da pele, o câncer é incurável na maioria dos casos. Entretanto, no cenário atual, o tratamento com as novas terapias é capaz de aumentar a sobrevida do paciente e oferecer uma melhor qualidade de vida – ressalta a oncologista clínica do Grupo Oncologia D’Or, Andreia de Melo.

 

Fatores de risco – Além das pessoas que tomaram muito sol ao longo da vida sem a proteção adequada, indivíduos com a pele, cabelos e olhos claros têm mais chances de sofrer o câncer de pele CBC, assim como aqueles que têm albinismo ou sardas pelo corpo. Outros fatores de risco como história prévia de câncer, histórico familiar de melanoma, pintas escuras, doenças congênitas que se caracterizam pela intolerância total da pele ao sol, queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos, além de lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas, também precisam de atenção. 

 

São grandes as chances de cura para os tumores de pele se descoberto precocemente. Manchas, bolinhas que sangram facilmente, feridas que não cicatrizam, crescimento ou aparecimento de pintas são os principais sintomas do câncer de pele. É recomendado que um especialista seja procurado, imediatamente, após a identificação destes sinais, para verificação.

 

Conheça as principais formas de prevenção do câncer de pele:

 

- Usar chapéus, camisetas e protetores solares;

- Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16h (horário de verão);

- Usar filtros solares diariamente com fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicá-lo a cada duas horas, a cada mergulho no mar ou piscina, ou ao secar o corpo com toalha.

- Ao observar o crescimento ou mudança de forma de pintas, procurar imediatamente um especialista.