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13/06/2016 - Amar faz bem ao coração e à saúde

 

Historicamente se diz que no coração está a origem do amor, porém hoje sabemos que o cérebro é a base do comportamento humano onde todos os sentimentos, pensamentos e emoções são gerados. Contudo, as emoções, iniciadas no cérebro, afetam diretamente o coração e a saúde, pois o cérebro libera diversos hormônios que contribuem para o bom funcionamento do nosso organismo.

 

Pesquisas mostram que, quando estamos apaixonados, uma série de hormônios são liberados pelo cérebro - como a dopamina, a norepinefrina, serotonina, endorfina e a oxitocina, também conhecida como "hormônio do amor". São as repercussões bioquímicas do amor no corpo que, de acordo com os pesquisadores, ajudam a controlar a pressão arterial, aliviar o estresse e a ansiedade, por exemplo.

 

“Amar faz muito bem à nossa saúde! Quando estamos em um relacionamento equilibrado, nutritivo, acompanhados por pessoas que nos fazem sentir valorizados e apoiados, a autoconfiança aumenta e nos sentimos mais preparados ou seguros para enfrentar os eventos e desafios do nosso dia a dia - e até mesmo situações negativas, melhorando a resolução dos problemas. Relações amorosas satisfatórias aumentam o sentimento de bem-estar para as pessoas e podem contribuir para a qualidade de vida individual e conjugal”, explica a psicóloga do Hospital Rios D´Or, Mariana Guedes.

 

A satisfação e a melhora na qualidade de vida de pessoas que estão em boas relações amorosas podem ser consideradas como fator de proteção da saúde. Diversos estudos correlacionam o emocional ao funcionamento do sistema imunológico, por exemplo. Essas pessoas também tendem a ter melhor enfrentamento das adversidades, incluindo o adoecimento. “Eu diria que o amor pode ser importante na prevenção e na recuperação de doenças. Cada vez mais o bem-estar emocional é compreendido como fator de importância para a prevenção e no tratamento de doença”, comentou a especialista.

 

Além de tantos benefícios para a saúde, amar nos traz felicidade, bem-estar e ânimo para vivermos momentos especiais. Então, que tal aproveitar o dia dos namorados para aumentar os níveis de oxitocina no corpo?

 

Hormônio do amor

 

A oxitocina, ou o “hormônio do amor”, também está envolvida nas emoções de afiliação. Esse mecanismo de apego foi tema de pesquisa do neurocientista Jorge Moll Neto, presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), e dos especialistas Patrícia Bado e Ricardo de Oliveira-Souza, também pesquisadores do Instituto. A partir de dados de ressonância magnética, a equipe de neurocientistas descobriu que a região Septo-Hipotalâmica, rica em oxitocina, apresentou uma maior atividade quando as emoções afiliativas estavam envolvidas.

 

Segundo os pesquisadores, a afiliação está envolvida em diversas experiências humanas, que podem inclusive despertar emoções opostas. As experiências afiliativas são inerentes aos seres humanos e também a outros mamíferos, que são consideradas fundamentais para a sobrevivência das pessoas.

 

Informações para a imprensa

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Patrícia Gualberto | patricia.gualberto@hdpr.com.br | (21) 3478 3123 / 96702 2777

Aline Marinho | aline.marinho@hdpr.com.br | (21) 3478 3122